A gravidez é um estado intenso, ímpar e especial.
Porém, nem sempre pacífico. Porque a gravidez é feita de um tempo no qual vibra o imaginário. Um tempo onde se movimentam fantasias e onde se agitam medos.
Um espaço, intocável, de uma nova relação com um novo ser que se presume sonhado e desejado. E esperado com amor.
É, então, nesse fluxo relacional, que o bebé se vai tornando real, vai ganhando vida própria e, ainda que ligado à mãe, não é, senão, outra parte dela, que lateja, distintamente, lá dentro.Hoje sabe-se que existe uma realidade psicológica na vida fetal, e que esta é determinante para o desenvolvimento futuro do bebé. Na gravidez iniciam-se os
primeiros esboços da complexa trama de posteriores relações, em particular a relação pais/bebé, tão especial quanto única e necessária, sendo o útero um lugar de experiências significativas e fundamentais ao desenvolvimento mental e integral do bebé após o nascimento.
primeiros esboços da complexa trama de posteriores relações, em particular a relação pais/bebé, tão especial quanto única e necessária, sendo o útero um lugar de experiências significativas e fundamentais ao desenvolvimento mental e integral do bebé após o nascimento.A gravidez é, por isso, um estado, um tempo e um espaço fundamental, cuja vivência, boa ou má, trará as devidas consequências no porvir e no devir de todos os caminhos a percorrer.
